Bullying, é preciso combatê-lo

O último dia 20 de outubro foi marcado pelo Dia Mundial de Combate ao Bullying. A data serve como um importante alerta sobre o tema. Mais do que isso, uma ocasião para que ele seja discutido em busca de soluções. Basta ter conhecimento sobre seu impacto para mensurar a relevância da data. De acordo com a UNICEF, uma em cada três crianças do mundo, entre 13 e 15 anos, é vítima de bullying na escola regularmente.

Somente no Brasil, de acordo com o IBGE, com dados de 2016, 7,4% dos adolescentes também entre 13 e 15 anos já afirmaram ter sido vítima de bullying. E outros 20% disseram já ter cometido esse tipo de agressão. Tamanha proporção reforça que combatê-lo ainda pode ser considerado um dos grandes desafios das escolas, tanto públicas quanto privadas.

É preciso combater o bullying
É preciso combater o bullying

No ambiente escolar, crianças e jovens não só aprendem conceitos da educação formal, como também recebem a formação de valores. Na instituição de ensino, os estudantes também entendem e aprofundam as relações sociais, aprendendo o respeito aos colegas e o respeito às diferenças.

O papel do professor no combate ao bullying

No Brasil, a legislação criada para combater o bullying é recente. Uma lei de 2015 obriga as escolas a criarem programas de combate aos atos. Também manda as instituições de ensino redigirem relatórios bimestrais dos casos e enviá-los às diretorias de ensino e às secretarias de educação. Outra lei, de 2018, ainda exige que as escolas desenvolvam ações de cultura de paz.

Dentro de sala de aula, o professor tem papel fundamental. Além de garantir o bem-estar coletivo e o respeito entre os alunos, ele pode interceder precocemente e até inibir casos de bullying ao observar os diferentes perfis dos alunos que integram a classe, bem como seus diferentes comportamentos.

Nesse sentido, quanto mais conectado estiver com a sala, mais seu radar funcionará. Isso facilita em muito a manutenção de um ambiente tranquilo, propício para a difusão dessa cultura de paz. Esse é um dos caminhos eficientes para coibir esse tipo de agressão covarde, seja ela física, psicológica ou emocional.

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Fotos: Depositphotos
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