Coronavírus: escolas e universidades suspendem atividades

Por SOMOS Educação

Escolas públicas e particulares de várias regiões do país suspenderam suas atividades. Trata-se de um esforço para tentar inibir a transmissão do coronavírus. A medida, já aplicada em mais de 60 países, segundo a Unesco, entidade da ONU para a Educação, Ciência e Cultura, ganhou força no Brasil nos últimos dias. Tudo em razão do crescimento do número de casos do novo coronavírus.

Algumas instituições do Ensino Superior também decidiram suspender temporariamente as aulas. Universidades de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Maranhão, entre outros estados, pararam. Esse fechamento tem sido aplicado como estratégia para evitar aglomerações. Mais além, para incentivar que as pessoas fiquem em suas casas, minimizando os riscos de disseminar o vírus.

Alternativas para os estudos

Para que o planejamento pedagógico anual não seja muito prejudicado, uma das ações estudadas por muitas escolas é a realização de atividades a distância. Na última sexta, 13, a Federação Nacional das Escolas Particulares (Fenep) divulgou uma nota com orientações para as instituições de ensino. Nela, sugere que “as escolas considerem a possibilidade de substituição excepcional das aulas presenciais por virtuais, tendo como apoio o uso de ferramentas tecnológicas”.

Como não há data prevista para o retorno das atividades, as instituições de ensino estão em processo de adaptação no momento. Professores de algumas escolas gravaram videoaulas e irão disponibilizá-los nas plataformas digitais de suas escolas. Há escolas que adequaram seus planos de aulas de modo que os pais possam se encarregar de passar aos seus filhos.

Estudos devem seguir em casa
Estudos devem continuar em casa

Após o anúncio de suspensão das aulas por instituições de ensino de todo o país, o Conselho Nacional de Educação (CNE) destacou que, se necessário, as escolas poderão repor as aulas em 2021 para cumprir o ano letivo. Hoje, a legislação determina que o ano letivo seja composto por 200 dias de aulas.

Caso similar em 2009

Em 2009, o sistema educacional do país passou por situação parecida. Na época, um surto do vírus H1N1 provocou a suspensão das aulas por até duas semanas em várias regiões.

O caso aconteceu em agosto e, para alcançar os 200 dias letivos exigidos, as escolas repuseram as aulas perdidas no ano seguinte, em 2010.

Saiba mais sobre o coronavírus

Coronavírus é uma família de vírus que causam infecções respiratórias. O novo agente do coronavírus foi descoberto em 31 de dezembro de 2019, após casos registrados na China.

Desde então, o vírus se espalha. No dia 11 de março, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou pandemia do coronavírus, ao relatar que o vírus se alastrou pelo mundo. O contágio acontece pelo ar, por meio de tosse e espirro ou por contato pessoal, com objetos ou superfícies contaminadas.

Os sintomas mais comuns do coronavírus são tosse, febre e dificuldade respiratória. O agravamento do quadro é caracterizado com a pneumonia, a insuficiência renal e a síndrome respiratória aguda grave. Leia mais aqui.

Ações para prevenção:

– Higienize as mãos;

– Limpe objetos e superfícies tocadas frequentemente;

– Cubra a boca e o nariz ao espirrar ou tossir.

Lavar mãos, uma das ações de prevenção
Lavar as mãos, uma das ações de prevenção

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Fotos: Unsplash
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