Da brincadeira à cultura indígena

Por SOMOS Educação

Conhecer a linguagem cultural indígena acerca das brincadeiras. Assim, aconteceu a proposta do Colégio Teófilo Rezende, de Belo Horizonte, com o projeto “Linguagem indígena – Da brincadeira à cultura”, que contou com diversas atividades e jogos para seus alunos.

Por meio de muitas atividades, os estudantes foram incentivados a conhecer os diferentes tipos de brincadeiras indígenas, reconhecendo sua diversidade. Mais do que isso, puderam comparar o próprio modo de vida com o das crianças indígenas.

Pesquisa, conversa e brincadeira

O projeto foi composto por diversas atividades. Uma dessas foi o desenvolvimento de um trabalho escrito. Nele, os alunos pesquisaram imagens das brincadeiras de origem indígena, bem como das suas diferentes versões e nomes. Os estudantes também discutiram e pesquisaram sobre a influência das brincadeiras indígenas em nossa cultura. Numa roda de conversa, também foi possível explorar um pouco sobre a brincadeira preferida de cada aluno.

Cultura indígena por meio de brincadeira
Com brincadeira, alunos exploraram cultura indígena

“Através dessa pesquisa, os alunos entenderam que muitas brincadeiras fazem parte de uma herança cultural. Além disso, observaram diversas semelhanças entre suas brincadeiras com as brincadeiras das crianças indígenas”, de acordo com Michele, do Colégio Teófilo Rezende.

Durante a atividade, os alunos exploraram a nomenclatura das brincadeiras. Mais além, exploraram os elementos que as crianças costumam usar para brincar. E depois de muita teoria, claro, foi a vez da prática tomar corpo no projeto.

Hora de brincar

Os alunos realizaram algumas brincadeiras que foram fruto da pesquisa na etapa anterior. Teve a corrida do Saci; teve uma brincadeira chamada Tobdaé, realizada em dupla, onde o objetivo de cada criança é acertar o colega com uma peteca, enquanto foge para não ser atingido; e a Brincadeira da Onça, que envolveu muita agilidade.

Conhecimento e brincadeira juntos em atividade
Brincadeira e conhecimento juntos em atividade

Outras brincadeiras que agitaram a turma foi a Peteca; assim como a Cama de gato; e o Heiné Kuputis, que envolve agilidade e muita coordenação motora. O gavião e os passarinhos foi mais um jogo que fez parte do projeto, numa espécie de pega-pega. Ainda teve tempo para os alunos conhecerem e brincarem de Cabas. As cabas são insetos muitos comuns nas matas. Assim, nessa brincadeira, as crianças são divididas em grupos de roçadores e outro que representa os insetos, que correm para picar os roçadores.

Os momentos foram registrados em fotos que se transformaram num mural exposto na escola. Assim, com toda a diversão, as crianças aprenderam mais sobre a cultura indígena, aliando brincadeira e conhecimento. Para saber mais sobre alguns dos jogos citados, acesse aqui.

Como fazer em minha escola:

– Incentive os alunos a pesquisarem sobre brincadeiras ligadas à cultura indígena;

– Depois da teoria, estimule a prática. Organize a turma para experenciar as brincadeiras;

– Aproveite o momento de diversão para registrar fotos;

– Construa um mural com as fotos e deixe exposta no colégio.

Para ver outros projetos de destaque na educação navegue em https://www.rededeexperiencias.com.br/na-pratica. Além disso, se sua escola também promove a participação dos alunos em projetos incríveis, compartilhe conosco em https://bit.ly/2HRdQQ7.

Fotos: Colégio Teófilo Rezende
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